Mostrar mensagens com a etiqueta Dão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dão. Mostrar todas as mensagens
Quinta do Cerrado reserva 2007 (Tinto)
Tem uma extracção de cor verdadeiramente fantastica e poderia dizer que só por causa disso valia a pena a compra...mas não! Aromas algo vinosos marcam o vinho durante a prova e só abriu para mostrar algo mais, imaginem... passado varias horas desde a abertura. Nesta fase mostra chocolate de grande classe, negro, excelente mesmo, notas quimicas e balsâmicas, aliando a um travo vegetal. Na boca adorei a frescura vibrante, mas novamente apenas isso, termina curto e algo vinoso. Poderá ser interessante ver a evolução deste vinho, dá a sensação de que tem enorme potencial mas morre na areia, talvez seja necessário paciência...(83/100. 6,99€ no Continente)
Quinta do Corujão Reserva 2008 (Tinto)
Bastante fechado inicialmente, após cerca de 30 minutos começou a despontar e achei que passado 1 hora estava no ponto de maturidade para ser bebido. Aromas de fruta bastante madura e de excelente qualidade, sumarenta aliada a um conjunto de especiarias que no final deram um paladar algo apimentado ao vinho e a fruta a deixar uma boca gulosa e cheia. É um vinho cheio(preenche a boca) com uma acidez q.b., é um vinho que faz lembrar a terra, as serras, os bosques. Beba sem receios e aprecie o vinho que foi feito para dar prazer, e nao para pensar e debitar muito sobre ele, puxa a conversa, puxa a comida e é bastante gastronomico e vale os cerca de 5€ dados por ele. (87/100. Comprado no Pingo Doce em promoção).
Cabriz Colheita Seleccionada 2009 (Tinto)
Há vinhos em que podemos estar aqui a debitar sobre os aromas e estrutura e longevidade, mas este apenas apetece dizer que para o preço cumpre a função de acompanhar um prato na perfeição. Pede comida, conversa e pronto..está feito. Cumpre na perfeição e supera-se, é guloso na boca. (83/100, no pingo doce por 2,99€)...pronto e sem mais... termino!
Catedral Reserva 2007
Um blend de 3 castas, Tinta Roriz (50%), Alfrocheiro (30%), Touriga Nacional (20%) surgem para fazer este vinho de cor granada e aromas de fruta madura vermelha do genero ameixa, algum aroma silvestre de amoras abraçado por algumas raspas de chocolate negro. Tosta dada pelo estágio em madeira a cumprir o seu papel de harmonizar o conjunto, resultando um vinho bastante harmonioso entre a boa acidez os taninos aveludados e um final suave e guloso. Nada de mais e nada de menos aqui...é um vinho bem feito e pelo preço de 2,50€ em promoção numa garrafeira...perfeito.(83/100)
Quinta dos Roques 2009 (Tinto)
Gostei deste Dão, cacau misturado com amoras silvestres, caruma molhada, aromas tipicos de bosque, alguma resina com uma madeira muito bem integrada e discreta. Na boca é que ele é senhor, tem taninos perfeitamente suavizados e sedosos, bela acidez e uma mineralidade tipica do Dão. Termina longo e picante...assim como guloso.(88/100)
Dão Álvaro Castro Branco 2009
Um vinho feito de Malvasia Fina, Cercial e Encruzado, castas tipicas da zona do Dão e em que aqui o blend das castas funciona bastante bem. A fruta é do tipo citrina e com uma elegância brutal. Flor de laranjeira a adocicar o conjunto. Na boca o vinho funciona como que num contraste, sendo de travo amargo, verde ainda, faz lembrar laranjas em que quando as abrimos liberta aquela suco extremamente acido. Excelente mineralidade e frescura, terminando com um final seco e acido.
O vinho ainda pode evoluir bem em garrafa, mas pode ser bebido desde já, no entanto aconselho a abrir a garrafa 15 minutos antes porque vai melhorar a prova sem dúvida. Acompanha pratos de marisco e seria um belo vinho de entrada para uns petiscos:)
O vinho ainda pode evoluir bem em garrafa, mas pode ser bebido desde já, no entanto aconselho a abrir a garrafa 15 minutos antes porque vai melhorar a prova sem dúvida. Acompanha pratos de marisco e seria um belo vinho de entrada para uns petiscos:)
Nota pessoal: 16 valores
Quinta da Garrida Dão TT 2008
Este vinho foi eleito pela revista Americana "Wine Spectator" como o melhor da semana, em termos de relação preço/qualidade.
Feito de Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen, denota uma cor bastante carregada, intensa e escura.
Nos aromas torna-se bastante agradável e elegante, mostrando inicialmente bastante fruto preto, chocolate também negro e alguns aromas latico. Café e especiarias iam surgindo á medida que o vinho ia respirando, depois algum fumo e de tosta. O vinho passou por varias fases ao longo da sua abertura e isso impressionou-me para um vinho desta gama.
Mas foi na boca que não me impressionou tanto, faltando alguma estrutura. Um vinho é algo delgado e termina com travo amargo e algo enjoativo. Pareceu-me um dão diferente, mais internacional, mas a revelar algum verdadeiro sentido de colagem á região do Dão....existe algo do dão. Talvez aquele aroma de bosque, terroso...
Notei uns aromas bastante gulosos e doces....de rebuçado de menta.
O final é médio e ligeiramente enjoativo.
Mesmo assim é uma bela aposta e se bem acompanhado pela refeição poderá dar outro animo, pelo que penso que acompanhará bem carnes de ave, queijos amanteigados leves, não muito fortes, uma mistura de queijo de cabra e vaca.
Nota Pessoal: 15,5 valores Preço: 3,29€
Subscrever:
Mensagens (Atom)




