Aliança Galeria Branco 2001


Elaborado a partir de uvas da casta Bical, seleccionadas e vinificadas com grande rigor.
Vinificação-> Vinificação com maceração pelicular durante 12 horas, seguido de fermentação alcoólica a 16ºC. Battonage durante 2 meses.

Cor-> Cor palha claro.
Nariz-> Pouco complexo, a surgirem aromas citricos, com boas notas vegetais que lhe conferem uma atracção gulosa. Depois com mais concentração aparece feno e palha seca. Boas notas minerais a dar-lhe um ar cristalino e pleno.

Boca -> Muita e excelente acidez, a fugir um pouco para o avinagrado devido a estar muito tempo em garrafa, também já teve com certeza o seu tempo de abertura. No entanto a acidez confere-lhe um suavidade e requinte essenciais, a terminar com um belo final.Um belo varietal desta quinta, irei procurar uma garrafa recente para tirar as duvidas.
Nota pessoal -> 15,5 valores

Quinta do Infantado Dona Margarida Reserva

Este Vinho do Porto foi produzido em homenagem a D. Margarida, que com inteligência, firmeza de caracter, e a par de ambas com um coração generoso foi capaz de espalhar o bem em Covas do Douro e nas terras a que estava ligada por laços de sangue ou amizade. Então este vinho foi uma maneira de honrar essa mesma generosidade, esta terá sido a razão para a produção e origem deste belo vinho.
Envelheceu 7 anos em barricas de carvalho de 550 litros, apresenta 19,5% de alcool.
Côr-> Alaranjada, brilhante e límpida com centro opaco avermelhado.




Nariz -> Aromas bastante melados, caramelo torrado talvez já derretido,mel e bastante resina. Nota-se algo húmido, tavez bosque húmido. Bastante quimico e notas florais a envolver o conjunto bastante harmonioso por sinal.Especiarias ressaltam bem a dar aquele picante agradavel, parecia melão apimentado bem madurinho. Baunilha a apresentar-se no meio destes muitos aromas, fruto do seu bem conseguido estágio em madeira de carvalho.
Quanto á fruta ela aparece no tipo de compota de pessego essencialmente, assim como frutos secos do tipo nozes e passas secas.

Boca -> Taninos explosivos mas bem maduros e tratados. Muita elegância na maneira como oliquido se agarra ás paredes da boca, a deixar uma frescura e novamente um melado muito saboroso.Final muito agradável e persistente, sem excessos de alcool. Novamente muita frescura. Bastante corpo e acidez q.b.
Nota pessoal -> 17 valores.


Quinta da D'Aguieira Chardonnay 2002

Do produtor Quinta da Aveleda, vinificado na região de Beiras com 100% de uvas Chardonay com Graduação alcoólica de cerca de 13%.
Processo de Vinificação-> das vinhas da Quinta da Aguieira, são trazidas para a Adega da propriedade as melhores uvas da casta Chardonnay. Após uma ligeira maceração pelicular, segue-se uma suave prensagem das uvas a baixa pressão e fermentação e estágio em barricas de carvalho francês com batonnage semanal. Após o estágio de cerca de 6 meses; o vinho é estabilizado e filtrado antes do seu engarrafamento.
Nariz -> apresenta um aspecto límpido e cor palha brilhante.
Vinho bastante frutado do tipo tropical, amanteigado e ligeiro vegetal, ligeiro toque de baunilha resultante da fermentação e estágio em barricas de carvalho.Bastante mineral com acidez bem presente mas nunca agressiva, pelo contrário a mostrar bastante frescura que resulta num vinho extremamente agradavel sem excesso algum, isto porque aqui a madeira tem uma excelente relação com as uvas chardonnay, porque são as uvas que melhor beneficiam do estáio em madeira de carvalho.
Boca -> Macio, elegante e com boa acidez, ou seja um vinho que não foge ás caracteristicas dos vinhos 100% Chardonnay. Final bastante elegante e prolongado.
No entanto devo dizer que provavelmente este vinho já teve melhores dias, o seu tempo de abertura provavelmente já devia ter passado pelo que neste momento não ganha nada com a espera em garrafa, ABRA-O JÁ...
Nota Pessoal -> 15,5/16

Monte Seis Reis Boa Memória Tinto 2003


Castas -> Aragonês, Castelão, , Trincadeira e Cabernet Sauvignon.

Processo -> Fermentou com controlo de temperatura e com maceração prolongado seguida de um ligeiro estágio em madeira.
Côr -> Rubi intensa com centro opaco, límpido.
Nariz -> Nos primeiros 15 minutos mostraram-se aromas intensos a fruta silvestre, ameixa e a caroço verde, ou seja mostrou-se agressivo na primeira meia hora.Passada a meia hora mostraram-se aromas francamente melhores e mais complexos, desde feno e palha seca, ligeira resina a despontar por trás da fruta silvestre que continuava a mostrar-se como que a segura-la no colo, assim como algum eucalipto mas muito discreto.
Boca -> Seco e ligeiramente adstrigente.Boa acidez mas com taninos ainda verdes a precisar de calmia, com final ligeiramente curto mas agradável. Ligeiramente encorpado.
Nota Pessoal -> 15,5 valores

Tinta Roriz


Origem:
Conhecida por Tinta Roriz nas regiões do Douro e do Dão.
É a casta Ibérica por excelência, uma das poucas castas que Portugal e Espanha possuem em comum. Tempranillo, Tinto Fino, Cencibel, Ull de Lebre, são alguns dos seus muitos nomes utilizados em Espanha. A teoria mais certa para o surgimento desta uva, é de que monges a teriam levado da França para Navarra e Rioja, na Espanha, vindo depois para Portugal, mais precisamente para o Douro.

Qualidades:
É uma uva de amadurecimento precoce (daí vem seu nome espanhol Tempranillo, palavra originária de Temprano). É rica em matéria corante, resultando em vinhos de muita cor, aromas diversos - frutas vermelhas como cereja e framboesa; negras, como ameixa; e ainda muita especiaria, boa acidez e, em geral, taninos macios.

Potencial:
É das castas onde a correlação negativa entre a quantidade e a qualidade mais se acentua quando se ultrapassam rendimentos elevados, acima das 8 a 10 ton/ha.
No entanto com produções moderadas, possibilita a produção de magníficos vinhos ,os quais são bem aromáticos, alcoólicos, carregados de cor e encorpados, embora com pouca acidez total.
Quando provenientes de uvas bem maduras são aptos a vinificação e estágio em madeira podendo atingir assim grande nobreza de carácter e longevidade.

Muxagat tinto 2002


Bem este vinho era muito especial e portanto tentei trata-lo da melhor maneira possivel, isto porque o foi a primeira garrafa de vinho que a minha namorada me ofereceu.Consumida ontem ao almoço, com a temperatura quase ideal, se calhar não fazia mal decanta-lo visto que passado meia-hora ainda estava aguerrido e muito "Duriense", pelo que foi ao jantar na segunda abertura que ele realmente melhor se mostrou, mais suave e perceptivel das suas qualidades aromaticas.
Zona de produção -> Douro Superior.
Castas-> Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Touriga Nacional.Graduação -> 12,5%
Côr -> Granada sólida, com ligeiro centro opaco e anel com tons rubi.


Nariz -> Bastante fruta madura do tipo pessego, fruta silvestre, boas notas florais a ajudar ao conjunto e a envolver de forma graciosa o conjunto dos aromas, aquela doçura subtil que aparece nos vinhos do Douro a amaciar as notas mais agrestes destes vinhos.
O mineral também aqui presente mas bastante discreto, as notas vegetais são perceptiveis mas não consegui apanhar qual o tipo de vegetal presente. Um conjunto bastante harmonioso, e equilibrado.

Boca -> Não tão elegante como no nariz, mas bastante suave, apesar de que os taninos estão bem presentes, ou seja, não estamos perante um vinho chato, boa acidez, a deixar uma ligeira adstrigencia e um final moderado. Encorpado.

Nota pessoal -> 16 valores

Vinho Ribeira de Galegos

Este vinho foi-me aconselhado numa garrafeira pela dona, que me pareceu conhecedora dos vinhos. Era um vinho barato e então decidi experimentá-lo.
O seu rótulo não apresenta grandes indicações, que castas foram utilizados, se estagiou ou não, etc..Apresenta 14% de grau de alcool, foi concebido no douro superior, mais concretamente em S. João da Pesqueira.
Côr -> rubi bastante intensa, limpido.

Nariz -> Vinho bastante marcado pelo vegetal, mosto da uva bastante fresco a parecer que este vinho saltou directamente do lagar para a garrafa, bastante couro de animal, pelo, muito caracteristico dos vinhos alentejanos, encorpado,carnudo.Muito original este vinho, é bom encontrar assim vinhos que primam pela diferença independentemente de serem bons ou fracos...

Na boca é suave da a sensação de o puder trincar, taninos muito suaves, acidez média, aveludado e redondo, bastante elegante na boca e com um final moderado.
Viticultor -> António Aguiar

Nota pessoal -> 16
Dei uma nota assim não sei se por ser original ou mesmo bom...Vou já comprar outra.
Preço -> Pouco mais de 2 euros...parece um daqueles vinhos de garagem, á espera de serem descobertas, ou simplesmente um especiemen Alentejano em terras Durienses.

Vinho do Porto 10 Anos Tinto Douro Quinta Castelinho


A Castelinho Vinhos SA situa-se no Péso da Régua, em Vila Real.

Este vinho elaborado a partir das castas tradicionais da região, e cuidadosamente seleccionadas para que aguentassem bem o envelhecimento durante cerca de 10 anos, e para que posa evoluir positivamente, mas não durante muito tempo em garrafa, porque praticamente só os vintages podem evoluir durante bastante tempo em garrafa..
Côr -> O vinho apresenta uma cor de tijolo, límpido e brilhante. Castanha, sem centro opaco ou anel, significando provavelmente que este vinho está pronto a ser consumido e que o mesmo não irá envelhecer mais, pelo menos positivamente, indicando que se trata de um vinho velho e com estágio em barricas.
Aromas -> exclusivamente a frutos secos, tais como passas de figos, nozes, um forte amentolado, baunilha, talvez bolhachas de baunilha, flores do campo principalmente aquelas que dão o nectar as abelhas, um pouco de alcatrão mas bastante discreto e resina, a madeira muito bem integrada a não deixar que qualquer aroma se manifeste acima de outros.
Boca -> Vivacidade, um vinho aveludado, macio taninos completamente domados, guloso mas não em demasia, visto também se tratar de um Tawny. Final prolongado e fresco cheio de alegria, em que parece que não queremos acordar...e a querer encher o copo outra vez..
Bouquet -> isto é o aroma que fica após termos acalmado o copo durante algum tempo após termos abanado com o mesmo, no fim restam aromas caracteristicos apenas de vinhos que tiveram estágio.Aromas amentolados mais uma vez a encher-nos o nariz de frescura, baunilha e flores do campo.
Preço -> 8,95 no continente, após o desconto do mesmo valor no cartão, ou seja paguei 17,90, mas descontei metade para o cartão.

Nota pessoal -> 17 valores
Excelente este vinho do porto...mais um para esta quinta que muito admiro nos vinhos do porto.

Vindimas no Douro!!!


Desde queria explicar a razão pelo qual já não escrevo há algum tempo no Blog...E a razão foram as vindimas no douro e posterior recuperação...
É verdade fui vindimar para o Douro mas exactamente na Quinta de Vargellas em S. João da Pesqueira...a joia da coroa da Taylor's...deixem-me explicar porquê!!
Porque desta quinta sai provavelmente dos melhores vinhos do porto da região e do grupo da Taylor's, que engloba a Fonseca, Croft, entre outras...
Queria salientar o povo fantastico que trabalha naquela quinta, simplesmente fenomenais e profissionais...o caseiro daquela quinta o Sr. José Manuel Natário é uma pessoa fantastica e completamente profissional, os seus conhecimentos da vinha e do vinho são extraordinários e por vezes ultrapassam qualquer tipo de estudo que outros possam ter.

Acolheu-me de uma maneira excelente e muito simpática, isto porque não me conhecia de lado algum, lá para ele que estava um sujeito de Braga aqui a fazer???
O pessoal que lá encontrei foi 5 estrelas e tive pena de a minha estadia ter sido fugaz, apenas 3 dias...mas valeu a pena...conheci os processos pelo qual o vinho passa até chegar á garrafa, o que foi muito positivo!!!
Queria deixar o meu muito obrigado a todos os que fiquei a conhecer na quinta!!!A experiencia foi maravilhosa...

Espero um dia voltar a encontrá-los!!!!

Kopke tinto 2003


Deu-me gozo escrever este texto...

Vinho feito a partir das castas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca, estagiou 12 meses em barricas de carvalho.


Côr: Ligeiro anel a denotar um certo envelhecimento e centro opaco.


Aromas: Estes aparecem fechados, a não se mostrarem e o mais interessante é que isso foi fantastico, notava-se aromas a fruta preta madura, chocolate e mel, parecia Vinho do Porto...o vinho tinha um ligeiro adocicado já no nariz, sem grande teor de alcool, o que me fascinou...portanto queria ver como era na boca, se ia decepcionar ou não...fico pela segunda, nao decepcionou....


Boca: Elegantissimo, redondo e aveludado, com taninos presentes e tão bem domados, acidez media, e um final suave, guloso, encorpado cheio de elegancia e prolongado, sem exageros de alcool, este vinho fascinou-me!!!


Nota pessoal -> Vão-me desculpar mas tenho que atribuir um 16 a este vinho, pela originalidade e prazer que me proporcionou.

Preço -> E o mais engraçado é que nem chegou aos 4 euros.Excelente relação preço / qualidade.

Niepoort LBV 2001

Este vinho vem catalogado em vários blogs da especialidade e então eu decidi experimentá-lo..

Côr: Vinho retinto, com a predominância da côr vermelha e anel côr de ameixa a suscitar que teve estágio naturalmente.


Aromas: É um vinho portentoso, soltando um ardor quente e picante que nos leva a tirar rapidamente o nariz do copo, é necessário esperar para que o mesmo acalme, mas passado uns minutos ele continua aguerrido. Muita fruta preta a dominar este vinho, assim como notas quimicas, chocolate e especiarias se nos concentrarmos.
Boca: É um vinho explosivo na boca, pujante com excelentes taninos, acidez muito boa e um final guloso e crocante.Final prolongado.Encorpado.

Bouquet: No final ficam as notas quimicas, e a ganhar por isso. Adora estas notas, que quando conjungadas com o resto dos aromas perfazem excelente musica para os nossos ouvidos, assim como a musica, tendo notas bem interligadas fazem melodias que perduram....


Nota Pessoal -> 16/16,5

Preço -> 12 euros

Touriga Nacional


Entre as tintas é a casta mais nobre. O cacho, pequeno e alongado, possui bagos diminutos, arredondados, de tamanho não uniforme, com a epiderme negra-azul revestida de forte pruína; a polpa é rija, não corada, suculenta e de sabor peculiar. É de maturação média e de produção algo heterogénea, sendo esta pequeníssima com relativa frequência e bastante dependente do modo de condução das videiras. Quando usada numa percentagem conveniente, obtêm-se vinhos com bom teor alcoólico, com aromas intensos de elevada complexidade, encorpados, com taninos nobres e susceptíveis de longo envelhecimento.


Potencial
Mostos com teores de álcool provável e acidez médios.
Considerada a melhor casta para elaborar o vinho do Porto tinto.
Dá excelentes vinhos, carregados de côr, muito aromáticos, adstringentes, com frutado intenso. São vinhos de guarda, exigentes em tecnologia que possa torná-los bebíveis ao fim de poucos anos. De melhor envelhecimento que a Touriga Franca.

Olá a todos os enofilos e ?musicologos?:)

Bem há algum tempo atrás surgiu a oportunidade de puder ir vindimar para uma quinta no Douro! Bem hoje isso concretizou-se e vou mais a minha namorada e outro casal para a Quinta de Vargellas da Taylor's, isso mesmo ouviram bem...é que desta quinta sai provavelmente o melhor vinho do porto desta marca...Dia 28 vou rumar lá para por maos ao trabalho..ouvi dizer que é duo mas quem corre por gosto não cansa...
Estes dias também enviei um mail á Sogrape para participar nas vindimas, mas seria mês e meio sem parar a trabalhar e se calhar ia ser complicado aguentar..tive muita pena de não ir, porque a disponibilidade não era a melhor...De salientar que na Sogrape foram muito amaveis para mim, e já agora o meu muito obrigado!!!

Castas e afins!!!

Olá a todos!
Hoje surgiu-me a ideia de falar sobre as castas que existem no nosso país e no estrangeiro, de maneira aprofundada, para que todos saibam quando vão comprar vinho, que tipo de aromas podem encontrar nos vinhos, claro que isto por si só não é suficiente e é aí que entram vários pormenores assim como o enólogo, etc....
Os vinhos apesar de terem determinadas castas podem não adquirir uma boa parte dos aromas a elas associados, os processos pelo qual elas passam, assim como o conceito de terroir podem interagir nos seus aromas.
Fica o repto lançado, não se esqueçam de consultar a informação que vou lançar nos próximos tempos então, seja sobre castas ou outro qualquer conceito associado ao vinho...
Até lá então..
Saudações!!!!!

Casal da Coelheira Branco 2006


Trata-se de um vinho Ribatejano, feito apartir das castas Fernão Pires, Chardonnay e Malvasia.

Aberta a garrafa a mesma libertou vários aromas o que me deixou intrigado, visto que foi vencedor de um premio no “Vinalies d’Argent”.

Apresenta uma cor citrina, ligeiramente esbranquiçada, muita fruta madura, eu diria muito madura isto porque a certo ponto parecia que me cheirava a laranja já em decomposição, aromas adocicados talvez rebuçado, a fazer lembrar um rosé, ligeiro toque vegetal, com pequenas nuances de tabaco e madeira bem integrada num conjunto harmonioso que me encheu de frescura a quando da sua degustação, acidez bem viva mas a faltar um pouco de corpo.

Final moderado, cheio de frescura. Uma bela relação qualidade/preço.


Preço -> quase 4 euros.

Nota pessoal -> 15,5

Adega de Pegões Colheita Seleccionada Branco 2006


Vinho a apresentar uma cor esbranquiçada com ligeiro toque amarelado, linda côr.Feito apartir das castas Arinto, Chardonnay e Antão Vaz.Estagiou em barricas de carvalho cerca de 4 meses.

No nariz é um vinho complexo, com os seus aromas a desvendarem-se conforme o tempo passa, aromas tropicais, citrinos, ligeiro aroma a doces do tipo rebuçado, realmente aparecem vários aromas neste vinho, madeira bem integrada, ligeiro toque vegetal e mineral, com um torrado majestoso a aparecer de fundo tipo a dizer nao te esuqeças que tou aqui, e que bem que ele está:)
Não é um vinho muito encorpado, mas tem uma excelente acidez que dá vivacidade ao mesmo, e que termina aguerrido, com final medio...
Um excelente vinho desta casa das terras do Sado.Completamente aprovado para este Verão que parece que chegou agora...
Nota Pessoal -> 15,5/16..Se tivesse o final mais elegante e prolongado daria o 16,5

Preço -> 2,99 no Jumbo, 3,98 no Feira Nova

Encostas de Estremoz Touriga Nacional 2003


Há algumas quintas que eu começo a ser um grande fã, por ter vinhos de qualidade a preços aceitáveis, só espero que não lhes aconteça o que aconteceu a algumas marcas que por disponibilizar vinhos de qualidade a baixo preço começou a oferecer vinhos fracos com o tempo, como o Porta da Ravessa ou mesmo Terras D'el Rei. As quintas que vos falo são a Quinta Da Alorna, Vinhos D. Joana, etc.

O encostas de estremoz é um belo exemplar de vinho relação preço/qualidade excepcional

Este Touriga Nacional, casta que eu muito aprecio, provavelmente a minha preferida, é pujante, diria um Alentejano de raça. Um ardor quente que nos assalta ao nariz, assim como frutas negras, chocolate preto, madeira bem estruturada sem exageros, taninos pujantes e acidez media, um verdadeiro touriga do principio ao fim....

Na boca é volumoso quanto baste, dando a sensação que se pode trincar, e um final que apesar de nao ser mau prometia mais, talvez daí a minha nota manter-se nos 16,5.

Um excelente vinho que acompanhou lombo de porco e borrego na proporção ideal.


Nota pessoal -> 16,5

Preço -> 5,50


Encontra-o mais facilmente no pingo doce...

Prova do vinho branco de 2006,colheita selecionada da quinta de cabriz.

Este vinho em comparação com o seu anterior o 2004, apresenta-se com uma cor mais limpida, os aromas são muito parecidos, pessego em calda, citrinos, ligeiro vegetal a sobressair em relaçãos aos outros, e havia um sabor que me estava a deixar irrequieto porque nao sabia o que era, e penso que seja banha.

Na boa mostrou-se encorpado, mas nao muito...fresco e deixando um sabor agradavel na boca apos a sua ingestão...Melhorou ligeiramente face ao anterior.
De salientar que a garrafa em cima na imagem é de 2004.


Nota Pessoal -> 15

Preço-> 2,89 euros

Couteiro-mor colheita 2005


Este vinho utiliza as castas Castelão, Trincadeira e Aragonez. Permaneceu 1ano em barricas de inox.

É um vinho de cor granada, surgem n inicio da sua abertura ligeiro toque vegetal a entender-se muito bem com os frutos maduros e ligeiro tabaco, fumo. Na boca é um vinhoagradavel, cheio de frescura e com os taninosa imporem-se de maneira a que o vinho se torne vivo e com energia, final medio + persistente deixado uma agradavel frescura, com acidez bem viva.

E um vinho com uma relação qualidade/preço muito boa, excelente vinho para o dia-a-dia.

Nao admira a recomendação de melhor compra 2006 pela revista dos vinhos.


Nota -> 15.5

Preço > cerca de 2,50 euros

SANDEMAN Founders Reserve


Olá a todos!Já lá vai algum tempo desde o ultimo post...exames e férias pelo meio, peço desculpa por nao ter dado algum sinal.
Bem de seguida mostro-vos o sandeman founders reserve, vinho da famosa casa com o homem da capa negra, que agora pertence á Sogrape.

Cor ruby, formando um bonito anel ao longo do copo, vinho encorpado, no nariz revela sabores a fruta madura, sendo ameixas, morangos, o primeiro aroma a atacar é mesmo a mosto de uva, sendo logo a primeira percepção assim que se chega com o nariz perto do copo, aromas picantes assim como especiarias a revelar-se e ligeiro toque de mel. Na boca taninos poderosissimos mas bem domados, encorpado que baste e bastante guloso. Final persistente e muito agradavel, prolongando-se por bastante tempo.Excelente final.Tudo muito bem integrado!!!


Nota pessoal -> 17 valores

Preço -> 9,80 euros